O Marketing viral é também conhecido como palavra electrónico ou “word of mouse” o equivalente no digital ao word of mouth do marketing tradicional, é uma estratégia que permite propagar mensagens comerciais a um ritmo exponencial. Normalmente designada de comunicação comercial autopropagada. Um exemplo clássico de um caso de sucesso de viral marketing é o Hotmail. Um dos primeiros serviços gratuitos de web-mail que devido à simples frase que surgia em cada mensagem que cada utilizador enviava “Get your free and private e-mail at" nos primeiros seis meses após o seu lançamento atingiu um milhão de utilizadores e ao fim de um ano e meio 12 milhões de utilizadores, altura em que foi vendido à Microsoft por cerca de 400 milhões de dólares. A promoção do filme The Blair Witch Project é outro caso de sucesso de viral marketing, um filme com um orçamento extremamente reduzido que foi um dos filmes mais rentáveis e mais vistos de sempre, devido à divulgação online, sugerindo que o filme (de terror) era um documentário (retratando eventos reais) e à propagação exponencial dessa mensagem.
Com tudo o que está descrito, muitas vezes as suas potencialidades não são totalmente aproveitadas, sobretudo quando estamos a falar na interacção com os consumidores. Assim, para as empresas isto torna-se claramente e cada vez mais num reboliço sem fim. Terão que se adaptar às exigências que lhes são pedidas pelos mais diversos meios envolventes, colmatando as falhas que possam existir e adequando preços ao mercado tornando-se assim mais competitiva. Para tal as empresas devem munir-se de ferramentas que as levem a identificarem-se e a distinguirem-se nesta selva que é o mercado atual.

Ao contrário do que muitos afiliados acham, anúncios também precisam ser relevantes para o seu público-alvo. Existem imensos afiliados que promovem produtos através de anúncios de Facebook, Google AdWords e native ads, sem se preocuparem minimamente com a relevância do produto para o público-alvo. Muitos deles utilizam inclusive estratégias de copywriting com o objetivo de enganar esse público e levá-lo a clicar nos anúncios.
Una guía completísima y útil Frank. El asunto “publicidad frente a afiliación” es bastante interesante, sobre todo porque la publi convencional en Internet parece que ha tocado casi fondo. De hecho hasta el New York Times se interesa ahora por los enlaces de afiliados como via de diversificar ingresos y ha comprado una web que se dedica precisamente a eso, a revisar productos y obtener comisiones de Amazon, como modelo de negocio.
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